O mercado se divide entre o institucional, com azul, brasão e cara de prova, e o promocional, que grita desconto. Nenhum dos dois fala com quem quer qualidade de aula particular sem a rigidez da sala de aula.

Para o adulto, aprender inglês raramente é falta de conteúdo. É medo de errar na frente dos outros. A identidade da Eazy foi desenhada para desarmar esse medo: uma marca que sorri antes de corrigir, sem abrir mão do rigor de um professor particular.
O nome promete facilidade, e a marca precisava provar que isso não significa pouco esforço nem pouca qualidade. A Eazy atende profissionais de 25 a 45 anos com aulas particulares num método de quatro etapas: vocabulário, teoria, diálogos e jogo. A identidade traduz esse percurso: estrutura firme por baixo, leveza por cima.
Toda decisão visual responde a uma mesma pergunta: isso deixa o aluno mais à vontade para falar?
O mercado se divide entre o institucional, com azul, brasão e cara de prova, e o promocional, que grita desconto. Nenhum dos dois fala com quem quer qualidade de aula particular sem a rigidez da sala de aula.
Sair dos dois códigos ao mesmo tempo. Um logotipo de peso e confiança, um símbolo que é um rosto e uma dupla de cores que nenhum concorrente usa: roxo elétrico e lime. Sério na forma, gentil na expressão.
O símbolo não foi desenhado ao lado do nome: ele sai de dentro dele. É a última letra de "eazy" que vira rosto, como se a palavra terminasse sorrindo. Assim, marca e símbolo contam a mesma história. Toque nos pontos para ver cada decisão.
O logotipo equilibra duas forças. A massa transmite a solidez de uma escola que leva o aluno a sério. As curvas e as aberturas impedem que essa solidez vire distância.
Uma marca de educação vive em contextos muito diferentes: post, contrato, material de aula, fachada de videochamada. As versões garantem que o rosto continue reconhecível em todos eles, até em uma cor só. Escolha a combinação e veja quando usar cada uma.
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Roxo e lime ficam em lados quase opostos do círculo cromático. Juntos, vibram: é a combinação que se destaca no feed e fica na memória depois de um scroll. Ninguém no segmento usa esse par, e essa é exatamente a razão de usá-lo.
O aluno da Eazy conhece a marca pelo celular antes de qualquer aula. Por isso o sistema foi testado do menor tamanho ao maior: um símbolo que se lê a 48 pixels e um método que vira linguagem visual. Simulações de uso.



Coerente com a promessa da marca, o sistema é enxuto: poucas peças, regras claras e arquivos prontos. Quem não é designer consegue aplicar sem errar.